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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Armin Van Buuren tem muitas tracks para o novo album
Apesar da proibição da Armada, Armin disse que tem muitos tracks para seu novo album e que odeia poder fazer apenas 78 min em um cd.
Armin:
"
Estou muito feliz com os tracks do meu album, por exemplo : minha introdução é algo bem inovador ; eu tenho gravado tudo ao vivo, desde batidas , loops ,guitarras.. enfim os recursos são muitos
eu acho que eu ja tenho prontas, mais de 21 musicas, sérias candidatas a irem para o produto final. Estou falando com meu empresário e decidindo o que faremos.
Eu odeio ter apenas 78 minutos por album ,mas tambem não é a ocasião
de um cd duplo. Vou salvar, para um proximo album algumas musicas..
"
Armin tambem afirmou que seu irmão tambem estará envolvido na produção do CD, que ele é um talentoso guitarrista e que com certeza estará no CD.
Armin iria tocar na festa do A State of Trance 450 na Polonia esse sabado , mas devido a morte de 95 pessoas em uma queda de avião (incluindo o presidente e sua esposa) o evento foi cancelado e as condolencias enviadas ao pais.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
BT Entrevista no Full On Ferry
Video
Descrição
Entrevista com o BT no Full On Ferry em 2009,antes de sua apresentação.
Entrevista
Entrevistador: Senhor Transeau,como vai?
BT: Vou bem
Entrevistador: Transeau tambem conhecido como BT,ouvi dizer que esse é o primeiro show na Holanda que você vai, o Full On Ferry?
BT: Não é só um evento especial para DJS ,como um evento em que eu irei tocar ao vivo,cantar ao vivo,vou tocar musicas proprias e tambem com meu keyboard.
Alem do que eu gosto muito de escrever e tenho colaboração,pois tenho muita admiração
pelo trabalho do DJ,porque eu nunca em minha vida toquei como dj,nenhum show, eu já
toquei ao vivo, usando syncs ou um laptop ou uma banda.
Eu amo o trabalho de um dj,mas nunca toquei.
Entrevistador: Você nunca tocou tracks de outros djs/produtores?
BT: Sim,claro que eu toco tracks de outros djs, toco tambem partes de musicas de outros djs alem de fazer algo parecido com o que os djs fazem ao vivo,que é reconstruir e mixar os tracks de outros djs no meu proprio estilo.
Muitas vezes eu pego um loop de um track que eu gosto,por exemplo um loop do Dead Mouse.
Então eu toco uma pequena baseline , digo algo e uso como loop e uso os loops e os sytnhs ao vivo, e todo esse show que faço no stage, e é muito mais parecido com o meu show pessoal chamado Laptop Symphony , muito mais parecido com fazer composição e remixing ao vivo do que tocar como dj.
Eu nunca toquei em um CDJ,ou um mixer ou seja nao sou um DJ pelo menos nunca toquei como um.
Entrevistador: E Você tem uma uma formação classica,não é?
BT: Sim,claro. Comecei estudando piano com 4 anos,estudei tambem composição,harmonia e toda a teoria. Eu transcrevia musicas de Debussy e Barthold antes dos 10 anos
eu tinha um excelente professor que é um dos melhores em musica classica atualmente.
Ele me ensinou muita coisa,quando eu era muito novo, sobre tons .
Eu costumava a escutar musicas aleatoriamente, e tudo isso influencia e influenciou diretamente em minha carreira e nas minhas atuais composições.
Tive muita sorte em estar exposto a tudo isso desde pequeno.
Entrevistador: E Quando você mudou para dance music?
BT: É interessante, que muitos dos compositores classicos que eu estava acostumado a ouvir,começaram a mudar nos anos 80 ,para a composição eletronica(equipamentos) , alem disso Depeche Mode e toda a cultura de rua como o break começaram a me influenciar profundamente.
E o que é curioso que todos os caras que eu gostava quando era pequeno e que compunham,agora estavam usando todo o poder dos equipamentos eletronicos.
E o que eu fazia quando era pequeno,de inventar muitas coisas , algo que eu ainda faço.
Eu costumava quando criança a montar equipamentos como rádios,transistors,fazia minha propria fita , fazia tambem efeitos de loop,usando duas fitas diferentes.
Eu tenho interesse nos equipamentos,nao como um negócio ou para ser um tecnico,mas por causa da composição, no que pode ser feito com esses equipamentos para o futuro, as batidas,tons tudo que pode ser transformado em musica.
É curioso,que sempre me perguntam isso,sobre qual o peso de softwares na musica,e como isso afeta a musica moderna;Eu penso que existe varias combinações e equipamentos que produzem efeitos interessantes na musica,mas não estou interessado neles como base pra minha musica e sim para usar em performances aovivo.
Eu não sou do tipo que senta no computador para compor, eu sou do tipo que senta no computador para fazer soundesign.
Entrevistador: Você fez um album chamado "This Binary Universe " que eu acredito ter ido até os limites da musica eletronica com uma boa influencia de Progressive, Você fez esse album com o intuito de atrair o publico ou foi um album feito para você mesmo??
BT: É uma ótima questão. É um pouco de uma composição feita para mim mesmo , eu não fiz considerando as pistas e club ou mesmo o publico ,não sabia se as pessoas iam poder entender a musica.
É o encontro de 3 coisas que me interessam : Musica Classica,Harmonia e Composição.
Esse tipo de musica de ponta,bem tecnica e academizada que você encontra em lugares como Stanford,que nunca usei em minhas musicas resolvi usar pela primeira vez em meu cd.
Entrevistador: Quando você toca em um evento ou em um club, a musica tem certas regras..
BT: Risos. Eu venho ignorando essas regras pelos ultimos 15 anos
Entrevistador: Algo muito interessente é que a house music e a dancemusic que começou em Detroit e Chicago,vemos que na Europa esses movimentos estão muito fortes,mas que ainda existem americanos como você que continuam promovendo esses estilos.
BT: Sim isso é algo bacana que eu faço mesmo, é engraçado porque os EUA inventa coisas interessantes e temos a tendencia de exportar tudo isso,porque as pessoas não dão valor a elas,não existe publico
para elas.
Um ótimo exemplo é o Jazz.O Jazz é algo que vem do Gospel,Blues de clubs bem pequenos e por um tempo passou por uma proibição,tinha uma comunidade que exportasse o Jazz nos EUA e o Jazz foi para a França onde lá tinha todo um significado e valor cultural e depois nós reclamamos falando que:lembra fomos nós que inventamos.
Enfim os EUA vem com ideias interessantes que são exportadas e acabam descentralizadas e eu gosto de sentir que tem uma comunidade bem interessada a respeito da musica eletronica nos EUA
Eu me sinto muito mais integrado com pessoas que usam todos os aparelhos eletronicos,para compor do que ficar usando loops,acho que tem coisas realmente interessantes como o New Tech Festival no Canada.
Pessoas com seus instrumentos,fazendo apresentações improvisadas 24 horas, e tudo isso tem audiencia e publico,mais de 20mil pessoas.
Com certeza tem coisas interessantes vindo na cena eletronica dos EUA.
Entrevistador: Sem mais questões,eu gostaria de conversar com você a noite inteira,vou te desejar uma ótima noite,te desejo um ótimo show e sei que vai ser,vejo você no palco.
BT: Obrigado pela entrevista e boa noite.

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